Sexta-Feira, 14 de Agosto de 2020

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Quinta-Feira, 30 de Julho de 2020 06:41

Líder articula pela derrubada de veto à desoneração da folha

Líder da bancada de Mato Grosso em Brasília (DF), o deputado federal Neri Geller (Progressistas) pretende se reunir com os parlamentares mato-grossenses para alinhar o voto pela derrubada do veto do presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) ao artigo que trata da prorrogação da desoneração da folha de pagamento para até dezembro de 2021.

O presidente da República vetou o ponto quando sancionou, no início do mês, a Lei que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (MP-936), que permite corte de salários e suspensão de contratos de trabalho.
 
Com a manutenção do veto, 17 importantes setores da economia serão atingidos, entre eles o de máquinas e equipamentos, que estimam uma perda entre 500 mil a um milhão de postos de trabalho, a partir de janeiro de 2021, quando o Brasil ainda estará, sem dúvidas, sofrendo os impactos econômicos e sociais da pandemia e tentando uma retomada.
 
Apesar de estar na base de sustentação do Governo Federal, Neri garantiu que ficará ao lado dos setores e que pretende conversar com a bancada de Mato Grosso, para alinhar os votos pela derrubada do veto.
 
“Nós estamos na base do Governo, mas eu pessoalmente, irei votar pela derrubada do veto, favorecendo estes setores, que vão ser prejudicados, principalmente em Mato Grosso. Vamos tentar reunir toda a bancada de Mato Grosso nos próximos dias e acredito que vamos alinhar um posicionamento neste sentido”, disse o deputado ao Olhar Direto.
 
O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos no início do mês, a medida provisória que permite a redução da jornada de trabalho e do salário em razão da pandemia do novo coronavírus, mas vetou a prorrogação até 2021 da desoneração da folha de pagamento de empresas de 17 setores da economia.
 
A prorrogação foi incluída no texto pelo Congresso Nacional, que pode derrubar o veto com o mínimo de 257 votos na Câmara dos Deputados e 41 votos no Senado.

Fonte: Olhar Direto

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