Sábado, 26 de Setembro de 2020

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Sexta-Feira, 11 de Setembro de 2020 06:53

Polícia e perícia realizam escavações em busca dos restos mortais de Sara Fogaça

Polícia Civil e Perícia Oficial de Sorriso começam nesta quinta-feira (10), escavações em busca de restos mortais da pequena Sara Vitória Fogaça Paim, desaparecida desde 2010, quando tinha apenas 5 anos. A confirmação de que ela está morta aconteceu após a prisão do autor do crime, identificado como Antônio Ramos Escobar, 58, que na época estuprou, matou e enterrou o corpo da menina.

De acordo com as informações do delegado André Ribeiro, após Antônio confessar o crime em interrogatório na última terça-feira (8), data em que foi cumprido o mandado de prisão temporária expedido pela Justiça da cidade, ele levou a equipe da divisão de Homicídios até o terreno onde ele enterrou o corpo de Sara.  

Hoje, 10 anos depois do crime, o local já está com várias edificações. Mas, o terreno apontado pelo investigado está sem construção. “Polícia solicitou do proprietário da área informações sobre obras de limpeza no local, uma vez que já se passaram 10 anos e a terra pode ter sido removida”, informou a assessoria da PJC.

Antônio trabalhava como pedreiro em uma construção, quando por volta das 16h do dia 1º de junho de 2010 viu Sara na rua voltando para casa. Ele ofereceu ‘carona’ para ela de bicicleta, e a levou para o local onde trabalhava.

Na obra, estuprou a menina, que não parava de chorar. Em seguida, ela foi estrangulada e morreu por asfixia.O corpo de Sara foi colocado em um saco de estopa e enterrado no terreno alvo das buscas.

Antônio já era suspeito do crime, já que na época, sumiu da cidade de forma repentina, abandonando até a esposa, que chegou a registrar um boletim de ocorrência relatando seu ‘desaparecimento’.

Ele estava morando em Mato Grosso do Sul até dias atrás, mas retornou para Sorriso. Após confessar o crime, ele disse que “tirou um peso das costas”, lembrou André Ribeiro. Antônio será indicado pelos crimes de homicídio qualificado, estupro de vulnerável e ocultação de cadáver. As penas podem chegar até 48 anos de prisão.

Fonte: Gazeta Digital

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