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Roda de conversa debateu riscos e danos do tabagismo

Ontem, 19, foi dia de falar sobre tabagismo. E para isso a médica pneumologista Simone Oliveira esteve no bairro União para falar dos riscos que en...

Redação
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Sorriso - MT
20/05/2026 às 10h07
Roda de conversa debateu riscos e danos do tabagismo
Foto: Reprodução/Prefeitura de Sorriso - MT

Ontem, 19, foi dia de falar sobre tabagismo. E para isso a médica pneumologista Simone Oliveira esteve no bairro União para falar dos riscos que envolvem o hábito de fumar. Mais de dez pacientes, todas mulheres, compareceram ao encontro determinadas a largar o vício. E todas saíram de lá com dia e horário agendados para uma consulta com a pneumologista e também com a psicóloga para vencer o vício.

“É necessário entender que o tabagismo é um problema sistêmico, o dano vai além da questão pulmonar; há risco cardíaco, vascular, renal, pediátrico quando o fumante convive com crianças; há riscos para a economia familiar e pública também, são vários fatores envolvidos”, explica Simone. Por isso mesmo quem foi ao encontro de ontem já teve a consulta agendada tanto com a pneumologista como com a psicóloga. “E conforme for necessário o paciente é encaminhado para atendimento com outros profissionais”.

Com a roda de conversa de ontem, Simone, que já atende no AME Ari Jaeger vários pacientes encaminhados pelas UBSs, amplia as ações de combate ao tabagismo. “O foco é falar sobre a dependência e os canais de ajuda”, reforça  a coordenadora da Comissão de Integração Ensino e Serviço (CIES) de Sorriso, Sílvia Ghering.

Dados sobre tabagismo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a dependência em drogas lícitas ou ilícitas é uma doença, e o uso indevido de substâncias como álcool, cigarro, dispositivos eletrônicos e outras drogas é um problema de saúde pública de ordem Internacional que preocupa nações do mundo inteiro, pois afeta valores culturais, sociais, econômicos e políticos. O tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas a cada ano; mais de 7 milhões dessas mortes resultam do uso direto do tabaco, enquanto cerca de 1,2 milhão são de não-fumantes expostos ao fumo passivo.

Estudos demonstram que as complicações do tabagismo matam mais que AIDS, malária, tuberculose, crack, cocaína e heroína, configurando-se como a maior causa evitável de doenças, invalidez e morte. Fumar é um fator de risco para mais de 50 doenças, metade delas incapacitantes e/ou fatais.

  • Texto: Claudia Lazarotto

    Fotos: André Moraes

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